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Vozes geradas por IA. Curadoria e revisão RIZQ.
Abertura
Este é o RIZQ News: as notícias da semana no mundo dos seguros.
Hoje: a Liberty compra a Austral, o STJ e a proteção veicular, a receita do setor em queda real e o ataque hacker ao Einstein.
1. Liberty Mutual compra a Austral, uma das maiores do seguro garantia
A Liberty Mutual vai comprar a Austral, uma das cinco maiores seguradoras de garantia do Brasil. O anúncio saiu na terça, treze de outubro.
A Austral emitiu cerca de duzentos e quarenta milhões de dólares em prêmios líquidos em dois mil e vinte e cinco, segundo a Insurance Insider. O valor do negócio não foi divulgado.
A Liberty diz que mantém a carteira, a relação com os corretores e cerca de cem funcionários. Ainda faltam etapas pra fechar o negócio.
Na nossa leitura, o corretor de garantia ganha uma gigante global por trás de uma casa que já conhecia. É leitura, não promessa.
Então fica a dica. Fale com seu contato na Austral e pergunte o que muda no atendimento depois do fechamento.
2. STJ: perder a cobertura de forma automática na proteção veicular é abusivo
[Vinheta: Regulação]
Trinta minutos. Era o prazo que uma associação de proteção veicular dava pro associado avisar o acidente, sob pena de perder a cobertura.
O STJ considerou abusivo perder a proteção de forma automática por sair do local ou avisar depois disso. E mandou aplicar o Código de Defesa do Consumidor.
Pra negar o pagamento, a entidade precisa mostrar que a conduta atrapalhou a apuração, aumentou muito o risco ou teve má-fé.
Mas atenção. É a decisão de um caso, não uma regra geral.
A CNseg lembra que regra interna pode prevenir fraude, mas não pode esvaziar a proteção com penalidade desproporcional.
Na nossa opinião, vale mostrar ao cliente que compara preço as regras de aviso de sinistro do contrato, ponto a ponto.
3. Receita do setor sobe 0,5% até agosto, mas cai 3,7% em termos reais
[Vinheta: Mercado]
Duzentos e oitenta e um bilhões e trezentos milhões de reais. Foi a receita do setor supervisionado pela Susep de janeiro a agosto.
Alta nominal de cerca de meio por cento. Descontada a inflação, uma queda de três vírgula sete por cento.
Seguros de danos e de pessoas, sem VGBL, foram melhor: alta nominal de seis vírgula três por cento.
E o setor pagou cerca de setecentos e vinte milhões de reais por dia em indenizações, resgates, benefícios e sorteios.
Na nossa leitura, a proteção segue crescendo e a acumulação puxa a média pra baixo.
Pro corretor, o ponto é onde está o crescimento. Olhe a carteira por produto, não só pelo total.
4. Ataque hacker ao Einstein põe o seguro cyber em foco
[Vinheta: Tecnologia]
O Hospital Albert Einstein confirmou um ataque hacker que levou parte do cadastro de pacientes. A suspeita surgiu em quatro de agosto, e a Polícia Federal e a ANPD foram avisadas.
Segundo o hospital, os sistemas de atendimento não pararam. A PF fez uma operação em Joinville na quarta, sete de outubro, e a imprensa ligou a ação ao caso.
Executivos ouvidos pela Revista Apólice dizem que o seguro cyber não depende de paralisação. Pode cobrir perícia, aviso aos titulares e negociação de extorsão, conforme a apólice.
Um alerta: a Tokio Marine disse que hoje não aceita risco de hospital na apólice cyber.
Então fica a dica. Com cliente da saúde, revise limite, data retroativa e prazo de aviso antes do problema chegar.
Fechamento
É isso. Esse foi o RIZQ News.
As vozes deste episódio são geradas por inteligência artificial, com curadoria e revisão da equipe RIZQ.
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